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O objectivo desta página web é proporcionar-lhe informações úteis sobre a USF Physis, a sua equipa e o seu funcionamento, assim como informações e conselhos sobre vários problemas de saúde.

Lista dos membros do local de prática clínica

  • Dra. Margarida Barbosa


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. Alexandre Castro


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. José António Fernandes


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dra. Odete Fernandes


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. Armando Guimarães

    Coordenador
    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. Henrique Machado


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dra. Maria de Lurdes Miguelote


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dra. Maria do Resgate Salta


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dra. Filipa Abreu


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. Paulo Azevedo


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • CARTA DA QUALIDADE

    A unidade de saúde familiar Physis (USF Physis) é uma unidade elementar do Serviço Nacional de Saúde , integrada no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Alto Ave.

     

     

    COMPROMISSO ASSISTENCIAL

     

     

    A USF Physis tem um compromisso assistencial denominado carteira básica de serviços (portaria 1368/2007), contratualizado com a administração regional de saúde do norte, que inclui um núcleo base de serviços clínicos, os serviços de secretariado clínico, o horário de funcionamento, a dimensão da lista de utentes e um compromisso de formação contínua.

     

     

    Núcleo base de serviços clínicos

     

    1. Vigilância, promoção da saúde e prevenção da doença nas diversas fases de vida

     

    1.1  Geral:

     

    a)      Identificação das necessidades de saúde de acordo com os objetivos do plano de actividades da USF.

    b)      Intervenção personalizada de informação e de educação para a saúde.

    c)      Assegurar o cumprimento do Plano Nacional de Vacinação.

     

    1.2  Saúde da mulher:

     

    1.2.1        Planeamento familiar:

     

    a) Promoção do planeamento familiar e fornecimento gratuito de métodos anticoncecionais.

    b) Introdução de dispositivo intrauterino quando essa for a opção da mulher.

    c) Prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

    d) Rastreio do cancro do colo do útero e da mama.

    e) Identificação e encaminhamento de situações de violência.

     

    1.2.2        Cuidados pré-concecionais:

     

    a) Avaliação inicial e aconselhamento geral pré-concecional a pedido dos casais, ou oferecidos de forma pró-ativa pela equipa.

    b) Referenciação a cuidados pré-concecionais especializados, quando indicado, e acompanhamento da situação, em continuidade e articulação de cuidados.

     

    1.2.3        Vigilância da gravidez:

     

    a) Vigilância da gravidez normal.

    b) Promoção do diagnóstico pré-natal, com referência a unidades especializadas, segundo as normas em vigor.

    c) Referenciação de gravidez de risco e acompanhamento da situação, em continuidade e articulação de cuidados.

    d) Promoção de comportamentos saudáveis durante a gravidez, nomeadamente quanto ao consumo de tabaco, álcool e alimentação.

    e) Adaptação do casal ao novo estádio de vida familiar e implementação das mudanças necessárias ao ciclo vital.

    f) Apoio às puérperas após a alta hospitalar, cuidados que promovam a sua adaptação aos novos estádios de vida individual e familiar e promovam o aleitamento materno pelo menos até aos 3 meses de vida.

    g) Revisão do puerpério.

     

    1.3  Saúde do recém-nascido, da criança e do adolescente:

     

    a) Oferta pró-ativa da primeira consulta do recém-nascido, na sequência de receção de notícia de nascimento.

    b) Cuidados de saúde integrados, de forma a garantir a vigilância de saúde da criança nos dois primeiros anos de vida, na idade pré-escolar (2-6 anos) e escolar (6-10 anos).

    c) Exame global de saúde à criança de 5-6 anos e 11-13 anos.

    d) Cuidados de saúde integrados, de forma a garantir a vigilância aos adolescentes e jovens (11-19 anos), promovendo o atendimento sem barreiras e oferecendo exames de saúde oportunistas.

    e) Promoção do papel parental e paternidade eficaz.

    f) Referenciação a cuidados especializados e acompanhamento paralelo da situação em continuidade de cuidados.

    g) Identificação, encaminhamento e acompanhamento de crianças vítimas de negligência, maus-tratos e abusos sexuais.

    h) Identificar e promover o acompanhamento das crianças com problemas de desenvolvimento, de aprendizagem e jovens com problemas de aprendizagem e risco de abandono escolar.

     

    1.4  Saúde do adulto e do idoso:

     

    a) Cuidados promotores de saúde e preventivos da doença, aos adultos (20-69 anos), selecionando as intervenções comprovadamente “custo-efetivas” em cada fase da vida e evitando os “check-up” genéricos e inespecíficos.

    b) Cuidados preventivos aos adultos mais idosos (com 70 e mais anos) organizando estes cuidados de acordo com uma identificação estruturada das necessidades específicas de cada pessoa e da família orientada para atuar sobre os determinantes de autonomia e independência.

    c) Cuidados que promovam o bem-estar e a autonomia da pessoa adulta e idosa, dirigidos prioritariamente aos grupos vulneráveis, aos grupos de risco e aos grupos com necessidades especiais.

    d) Abordagem de todas as situações pessoais tendo em conta avaliações do seu estado global de saúde e os contextos familiares, socioculturais e sócio ocupacionais.

     

    2. Cuidados em situação de doença aguda

     

    a) Atendimento no próprio dia (ou eventualmente no dia seguinte) das situações de doença aguda que não necessitem de recurso aos serviços de urgência, na USF ou no domicílio do doente, quando justificado.

    b) Reconhecimento, sinalização e intervenção apropriada, orientando as situações urgentes ou emergentes que necessitem de cuidados e suporte tecnológico hospitalares.

    c) Apoio ao doente/família/cuidador, no sentido da estabilização da situação e da adesão ao plano terapêutico.

    d) Execução dos planos terapêuticos, nomeadamente pela administração de medicamentos, realização de tratamentos, educação e apoio na reabilitação.

    e) Educação do doente/família/cuidador para a recuperação e a promoção da saúde.

     

    3. Acompanhamento clínico das situações de doença crónica (ex. diabetes, doença pulmonar obstrutiva crónica,     hipertensão arterial, entre outras) e patologia múltipla.

     

    a) Vigilância, aconselhamento e educação do doente, familiares e outros cuidadores em situações de doença crónica em que são necessários cuidados por período longo de tempo.

    b) Abordagem sistémica e planeamento de cuidados, periodicamente revistos, em todas as situações de patologia múltipla, com avaliação regular dos riscos de polimedicação.

     

    c) Referenciação com relatório atualizado e mobilização de cuidados especializados, sempre que necessário, com acompanhamento simultâneo da situação e receção de retorno, em continuidade de cuidados.

     

    4. Cuidados no domicílio (entendendo-se por domicílio a habitação permanente do doente, excluindo-se lares, casas de repouso, IPSS, e outros locais semelhantes. O domicílio deverá estar na área geográfica de influência da USF.)

     

    a)      Consultas programadas aos doentes com dependência física e funcional que necessitem cuidados médicos e de enfermagem e não possam deslocar-se à USF, em colaboração com os recursos de cuidados na comunidade do centro de saúde da área.

    b)      Consultas não programadas, após acordo com o profissional, a pedido dos doentes ou seus familiares, em situações que incapacitem a deslocação do doente à USF, nomeadamente quando existe dependência física e funcional do doente.

     

    5. Interligação e colaboração em rede com outros serviços, sectores e níveis de diferenciação, numa perspetiva de «gestor de saúde» do cidadão.

     

    a)      Interligação com os cuidados hospitalares, nomeadamente na referenciação, antes, durante o internamento ou após a alta hospitalar de doentes da lista de inscritos da USF garantindo a melhor continuidade de cuidados possível e evitando falhas por deficiente comunicação entre serviços.

    b)      Comunicação aos serviços apropriados do agrupamento de centros de saúde da informação referente à atividade assistencial da USF ou outra indispensável ao planeamento e administração da saúde da comunidade.

    c)      Comunicação e colaboração com os serviços de saúde pública e autoridade de saúde, tanto nos casos de doenças de declaração obrigatória, como em todos os casos em que a informação detida pelos profissionais da USF seja relevante para a proteção da saúde pública.

    d)     Certificação de estados de saúde e de doença que surgirem como sequência dos atos médicos praticados e emissão de declarações específicas pedidas pelos utentes, desde que inseridas no estrito cumprimento da resposta ao direito à saúde dos cidadãos.

     

     

    Serviços de secretariado clínico:

     

    1. Atendimento e encaminhamento do cidadão:

     

    1.1  Programação e marcação de consultas (consultas programadas; consultas sem programação da iniciativa do utente).

    1.2  Monitorização do tempo de espera e desistências.

     

    2. Gestão da comunicação:

     

    2.1  Difusão atualizada do funcionamento dos serviços.

    2.2  Informação a pedido.

     

    3. Gestão de procedimentos administrativos:

     

    3.1  Participação na gestão dos processos clínicos.

    3.2  Participação nos procedimentos referentes à prescrição de medicação prolongada.

    3.3  Registo e acompanhamento relativos à referenciação.

    3.4  Gestão dos dados administrativos do cidadão.

    3.5  Gestão das áreas de apoio administrativo.

    3.6  Participação na gestão do sistema de informação.

    3.7  Participação na receção e na resposta às queixas, reclamações e sugestões dos cidadãos.

      

                   

    Horário:

     

     

    A USF Physis está aberta das 8 às 20 horas nos dias úteis.

     

    Durante as horas de encerramento a alternativa assistencial do Serviço Nacional de Saúde na zona é o serviço de urgências do Hospital Senhora da Oliveira, situado na Rua dos Cutileiros,  Creixomil – Guimarães.

     

    Em caso de urgência, seja qual for a hora, a entidade responsável é o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), disponível através do número de telefone 112.

     

     

    Dimensão da lista de utentes:

     

    A dimensão da lista de utentes da carteira básica de serviços deve ter, no mínimo, 1917 unidades ponderadas que correspondem, em média, a 1550 utentes por médico.

     

     

    Formação contínua:

     

    A formação contínua para todos os profissionais é concertada em planos individuais anuais e coletivos, tendo em conta as necessidades pessoais e os interesses da USF.

    Semanalmente, a USF dispõe de tempo para exame de processos / procedimentos de trabalho, incluindo a discussão de casos clínicos e a abordagem de problemas da prática clínica.

     

     

     

    GARANTIAS

     

     

    Atendimento

     

    A USF Physis garante um atendimento cortês, efetivo e personalizado aos seus utentes.

     

     

    Qualidade dos serviços

     

    A atuação dos profissionais da USF Physis é constantemente avaliada através dos indicadores de desempenho contratualizados com a administração regional de saúde do norte (ARSN), de auditorias internas e externas, e de inquéritos de satisfação aos utentes e aos profissionais.

    A USF Physis dispõe de um manual de procedimentos regularmente atualizado pelos seus grupos de trabalho e pelo conselho técnico.

    O conselho técnico da USF Physis zela pela observância das normas técnicas e recomendações emitidas pelas autoridades competentes.

    Os profissionais da USF frequentam e desenvolvem ações de formação contínua e de investigação, sob a supervisão do coordenador e do conselho técnico.

     

     

    Informação atualizada

     

    A USF Physis compromete-se a manter informados os seus utentes sobre o seu modo de funcionamento através dos placares informativos das suas salas, do guia do utente e pela internet.

     

     

    Intersubstituição

     

    Em caso de impossibilidade de atendimento pelo médico ou enfermeiro de família a USF Physis garante o atendimento por outro médico ou enfermeiro sempre que necessário.

     

     

    Liberdade de escolha do médico e do enfermeiro de família

     

    Os pedidos fundamentados de mudança de médico ou de enfermeiro de família na USF Physis são satisfeitos dentro das possibilidades dos profissionais escolhidos.

     

     

    Audição dos utentes

     

    As sugestões dos utentes da USF Physis são bem-vindas e podem ser expostas diretamente ao coordenador (por marcação) ou depositadas na caixa de sugestões, sendo garantida a resposta a todos os utentes identificados.

     

     

    Direito de reclamação

     

    As reclamações podem ser expostas diretamente ao coordenador (por marcação) ou depositadas na caixa de sugestões, sendo garantida a resposta a todos os utentes identificados.

    Podem também ser registadas no livro de reclamações, sendo neste caso encaminhadas para o Gabinete do Utente.

Conselho de Saúde

  • CÓDIGO EUROPEU CONTRA O CANCRO

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     A gripe é uma doença respiratória aguda altamente contagiosa, causada pelo vírus Influenza, cuja gravidade pode variar entre alguns dias de incapacidade e a morte por falência respiratória. Este artigo descreve a epidemiologia, sintomas, complicações, grupos de risco, tratamento e prevenção da gripe.
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  • Rastreio do cancro colorretal: Pesquisa de sangue oculto nas fezes

    Rastreio do cancro colorretal: Pesquisa de sangue oculto nas fezes

    O cancro colorretal (CC) é o cancro mais frequente em Portugal e na Europa. É um dos cancros mais acessíveis ao rastreio, já que a grande maioria dos CC derivam de pólipos adenomatosos do cólon. A pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF) anual ou de 2 em 2 anos é o único método recomendado pelo Conselho da União Europeia. É o método mais cómodo, mais barato, não invasivo e sem risco. Diminui a mortalidade por CC em 14 a 32%. Em Portugal, a norma da DGS 003/2014 recomenda o rastreio por PSOF anual dos 50 aos 74 anos. O rastreio por colonoscopia total na população em geral não é atualmente recomendado na União Europeia nem em Portugal. São apresentados os fatores de risco do CC e as recomendações atuais de rastreio.
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  • Consumo calórico de vários desportos em função do peso

    Consumo calórico de vários desportos em função do peso

      Esta folha de cálculo permite-lhe calcular as calorias gastas por hora em vários desportos. Mais pormenorizadamente, permite-lhe calcular as as calorias gastas numa passadeira em função da velocidade e da inclinação, assim como as calorias gastas no step.
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  • Tabela de índice glicémico e carga glicémica de vários alimentos

    Tabela de índice glicémico e carga glicémica de vários alimentos

    O índice glicémico é uma classificação dos hidratos de carbono de acordo com o seu efeito nos níveis de glicose no sangue nas 2 horas seguintes. Quanto mais alto é o índice glicémico de um alimento, maior é a subida da glicose no sangue que a ingestão desse alimento provoca nas 2 horas seguintes (para quantidades idênticas de hidratos de carbono). A carga glicémica de um alimento é um indicador ainda mais preciso, que tem em conta a percentagem de hidratos de carbono contida nos alimentos. É considerada alta uma carga glicémica> 20 e baixa uma carga glicémica <10. Por exemplo, a melancia tem um índice glicémico elevado (> 70), mas uma carga glicémica baixa (<10), por ter um baixo teor de hidratos de carbono. Pelo contrário, o arroz branco tem um índice glicémico médio (entre 55 e 70), mas uma carga glicémica elevada (> 20), por ter um elevado teor de hidratos de carbono. Os alimentos com uma carga glicémica> 20 devem ser evitados por diabéticos, pré-diabéticos e pessoas que queiram evitar a obesidade.
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    Ficheiro

Sobre nós

USF Physis

Especialidade principal:
Medicina Geral e Familiar

Endereço do local de prática clínica

Centro de Saúde de Vizela
Travessa das Teixugueiras 7
4815-531 Vizela

Tel.:  253589058
Fax:  253589059

USF Physis
Hora de abertura:

Segunda a sexta-feira das 8 às 20 horas



Estacionamento nas redondezas
Exibir esboço do mapa com as direcções


GUIA DO UTENTE DA USF PHYSIS

USF Physis

Travessa das Teixugueiras, 7

4815 – 531 Vizela

 

Telefones: 253589057 / 253589058

Fax: 253589059

E-mail: physis@csvizela.min-saude.pt

Twitter: @USF_Physis

Facebook: www. facebook.com/USF.Physis

http://usf-physis.docvadis.pt

 

 

A USF Physis é uma unidade de cuidados de saúde primários acessiveis, abrangentes, personalizados e contínuos.

 

Num mundo globalizado, onde a coesão social de muitos países é posta à prova, os cuidados de saúde primários garantem equidade, solidariedade, eficiência, segurança, resposta racional às necessidades de saúde e às expectativas sociais da população.

 

É esta a missão da USF Physis, tendo sempre a pessoa como centro.

 

HORÁRIO

 

A USF Physis está aberta das 8 às 20 horas nos dias úteis.

 

MARCAÇÃO DE CONSULTAS

 

Todas as consultas médicas e de enfermagem na USF Physis são marcadas previamente:

 

  • Por telefone: 253589057 / 253589058
  • Presencialmente

 

De preferência utilize o telefone ou a internet, de modo a assegurar a confidencialidade, evitar deslocações desnecessárias e perda de tempo nos balcões de atendimento.

 

O prazo de marcação depende do tipo de consulta:

 

  • Na USF Physis não existe serviço de urgências. Em caso de urgência deve recorrer ao Instituto Nacional de Emergência Médica através do nº de telefone 112 ou dirigir-se directamente ao serviço de urgência do Centro Hospitalar do Alto Ave situado na Rua dos Cutileiros, Creixomil – Guimarães (Nº de telefone 253 540 330)
  • Para as doenças não urgentes mas que necessitam de atendimento no próprio dia existe a consulta aberta. Esta consulta pode ser marcada presencialmente, ou, de preferência, por telefone. Caso o seu médico de família não possa atendê-lo no próprio dia pode marcar a consulta para o dia seguinte ou em alternativa consultar outro médico da USF  no mesmo dia (sempre que possível prefira ser atendido pelo seu médico de família, de modo a garantir a continuidade e qualidade dos cuidados). Caso todos os médicos tenham as consultas totalmente preenchidas, poderá ser orientado telefonicamente por um médico da USF.
  • Para as doenças ou problemas que não necessitem de atendimento no próprio dia existe a consulta programada.

 

RECOMENDAÇÕES GERAIS

 

Tenha consigo o seu cartão de utente ou cartão do cidadão quando marca e quando vem à consulta.

 

Por favor compareça na secretaria da USF 10 minutos antes da hora marcada.

 

Ao chegar à secretaria tire uma senha de atendimento e aguarde pela chamada, de preferência sentado.

 

Por favor não bloqueie a passagem das pessoas, fale baixo e respeite a privacidade dos outros utentes.

 

Se tiver que faltar a uma consulta, telefone para avisar e, se necessário, marcar nova consulta.

 

Por favor não marque consultas desnecessárias. Se o fizer estará a prejudicar os outros utentes.

 

A consulta aberta não pode ser utilizada para assuntos não relacionados com doença aguda, tais como mostrar ou pedir exames, doenças crónicas, etc.

 

Mantenha os seus dados actualizados. Informe os secretários clínicos se mudar de morada ou de número de telefone.

 

De preferência utilize o cartão do cidadão.

 

SERVIÇOS DISPONÍVEIS

 

SERVIÇOS DE ENFERMAGEM

 

  • Tratamentos diversos
  • Administração de medicamentos injetáveis
  • Vacinação
  • Consulta no domicílio (marcada pelo enfermeiro para os utentes que se encontrem impossibilitados de se deslocarem à USF)
  • Consulta de diabetes
  • Consulta de hipertensão
  • Consulta de planeamento familiar
  • Consulta de saúde infantil e juvenil
  • Consulta de saúde materna

 

SERVIÇOS MÉDICOS

 

  • Consulta aberta para doenças que necessitem de atendimento no prazo de 24 horas
  • Consulta programada
  • Consulta no domicílio (marcada pelo médico para os utentes que se encontrem impossibilitados de se deslocarem à USF)
  • Consulta de diabetes
  • Consulta de hipertensão
  • Consulta de planeamento familiar
  • Consulta de saúde infantil e juvenil
  • Consulta de saúde materna
  • Renovação de receitas de medicação prolongada:
    • Sem marcação nem consulta (basta dirigir-se à secretaria e efetuar um registo de “consulta não presencial”)
    • Unicamente para medicação prolongada definida pelo seu médico de família (este deve fornecer-lhe uma guia de medicação prolongada).
    • O prazo de entrega das receitas é de 3 dias úteis após o pedido.
    • Deve pedir os medicamentos com alguma antecedência para que o tratamento não seja interrompido.
    • Peça ao seu médico que lhe prescreva medicação suficiente até à próxima consulta ou pelo menos o suficiente para que o tratamento não seja interrompido nas suas ausências ou nas dele.
    • Se toma vários medicamentos tente pedir quantidades suficientes para que acabem todos ao mesmo tempo. Não desperdice receitas.
    • Caso não tenha tido uma consulta há mais de um ano, o seu médico de família pode recusar a renovação de receitas e exigir uma consulta presencial (por exemplo, para exames de vigilância recomendados).

SERVIÇOS NÃO DISPONÍVEIS

 

  • Consultas de urgência
  • Exames pedidos por entidades exteriores à USF (hospitais públicos ou privados, clínicas de fisioterapia ou outras, seguradoras, médicos particulares)


Acreditação de qualidade  ACSA /  DGS em Maio de 2013

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A informação disponibilizada não deve ser usada em substituição a uma consulta médica