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O objectivo desta página web é proporcionar-lhe informações úteis sobre a USF Physis, a sua equipa e o seu funcionamento, assim como informações e conselhos sobre vários problemas de saúde.

Lista dos membros do local de prática clínica

  • Dra. Margarida Barbosa


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. Alexandre Castro


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. José António Fernandes


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dra. Odete Fernandes


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. Armando Guimarães

    Coordenador
    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. Henrique Machado


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dra. Maria de Lurdes Miguelote


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dra. Maria do Resgate Salta


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dra. Filipa Abreu


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • Dr. Paulo Azevedo


    Especialidade: Medicina Geral e Familiar
  • CARTA DA QUALIDADE

    A unidade de saúde familiar Physis (USF Physis) é uma unidade elementar do Serviço Nacional de Saúde , integrada no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Alto Ave.

     

     

    COMPROMISSO ASSISTENCIAL

     

     

    A USF Physis tem um compromisso assistencial denominado carteira básica de serviços (portaria 1368/2007), contratualizado com a administração regional de saúde do norte, que inclui um núcleo base de serviços clínicos, os serviços de secretariado clínico, o horário de funcionamento, a dimensão da lista de utentes e um compromisso de formação contínua.

     

     

    Núcleo base de serviços clínicos

     

    1. Vigilância, promoção da saúde e prevenção da doença nas diversas fases de vida

     

    1.1  Geral:

     

    a)      Identificação das necessidades de saúde de acordo com os objetivos do plano de actividades da USF.

    b)      Intervenção personalizada de informação e de educação para a saúde.

    c)      Assegurar o cumprimento do Plano Nacional de Vacinação.

     

    1.2  Saúde da mulher:

     

    1.2.1        Planeamento familiar:

     

    a) Promoção do planeamento familiar e fornecimento gratuito de métodos anticoncecionais.

    b) Introdução de dispositivo intrauterino quando essa for a opção da mulher.

    c) Prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

    d) Rastreio do cancro do colo do útero e da mama.

    e) Identificação e encaminhamento de situações de violência.

     

    1.2.2        Cuidados pré-concecionais:

     

    a) Avaliação inicial e aconselhamento geral pré-concecional a pedido dos casais, ou oferecidos de forma pró-ativa pela equipa.

    b) Referenciação a cuidados pré-concecionais especializados, quando indicado, e acompanhamento da situação, em continuidade e articulação de cuidados.

     

    1.2.3        Vigilância da gravidez:

     

    a) Vigilância da gravidez normal.

    b) Promoção do diagnóstico pré-natal, com referência a unidades especializadas, segundo as normas em vigor.

    c) Referenciação de gravidez de risco e acompanhamento da situação, em continuidade e articulação de cuidados.

    d) Promoção de comportamentos saudáveis durante a gravidez, nomeadamente quanto ao consumo de tabaco, álcool e alimentação.

    e) Adaptação do casal ao novo estádio de vida familiar e implementação das mudanças necessárias ao ciclo vital.

    f) Apoio às puérperas após a alta hospitalar, cuidados que promovam a sua adaptação aos novos estádios de vida individual e familiar e promovam o aleitamento materno pelo menos até aos 3 meses de vida.

    g) Revisão do puerpério.

     

    1.3  Saúde do recém-nascido, da criança e do adolescente:

     

    a) Oferta pró-ativa da primeira consulta do recém-nascido, na sequência de receção de notícia de nascimento.

    b) Cuidados de saúde integrados, de forma a garantir a vigilância de saúde da criança nos dois primeiros anos de vida, na idade pré-escolar (2-6 anos) e escolar (6-10 anos).

    c) Exame global de saúde à criança de 5-6 anos e 11-13 anos.

    d) Cuidados de saúde integrados, de forma a garantir a vigilância aos adolescentes e jovens (11-19 anos), promovendo o atendimento sem barreiras e oferecendo exames de saúde oportunistas.

    e) Promoção do papel parental e paternidade eficaz.

    f) Referenciação a cuidados especializados e acompanhamento paralelo da situação em continuidade de cuidados.

    g) Identificação, encaminhamento e acompanhamento de crianças vítimas de negligência, maus-tratos e abusos sexuais.

    h) Identificar e promover o acompanhamento das crianças com problemas de desenvolvimento, de aprendizagem e jovens com problemas de aprendizagem e risco de abandono escolar.

     

    1.4  Saúde do adulto e do idoso:

     

    a) Cuidados promotores de saúde e preventivos da doença, aos adultos (20-69 anos), selecionando as intervenções comprovadamente “custo-efetivas” em cada fase da vida e evitando os “check-up” genéricos e inespecíficos.

    b) Cuidados preventivos aos adultos mais idosos (com 70 e mais anos) organizando estes cuidados de acordo com uma identificação estruturada das necessidades específicas de cada pessoa e da família orientada para atuar sobre os determinantes de autonomia e independência.

    c) Cuidados que promovam o bem-estar e a autonomia da pessoa adulta e idosa, dirigidos prioritariamente aos grupos vulneráveis, aos grupos de risco e aos grupos com necessidades especiais.

    d) Abordagem de todas as situações pessoais tendo em conta avaliações do seu estado global de saúde e os contextos familiares, socioculturais e sócio ocupacionais.

     

    2. Cuidados em situação de doença aguda

     

    a) Atendimento no próprio dia das situações de doença aguda que não necessitem de recurso aos serviços de urgência, na USF ou no domicílio do doente, quando justificado.

    b) Reconhecimento, sinalização e intervenção apropriada, orientando as situações urgentes ou emergentes que necessitem de cuidados e suporte tecnológico hospitalares.

    c) Apoio ao doente/família/cuidador, no sentido da estabilização da situação e da adesão ao plano terapêutico.

    d) Execução dos planos terapêuticos, nomeadamente pela administração de medicamentos, realização de tratamentos, educação e apoio na reabilitação.

    e) Educação do doente/família/cuidador para a recuperação e a promoção da saúde.

     

    3. Acompanhamento clínico das situações de doença crónica (ex. diabetes, doença pulmonar obstrutiva crónica,     hipertensão arterial, entre outras) e patologia múltipla.

     

    a) Vigilância, aconselhamento e educação do doente, familiares e outros cuidadores em situações de doença crónica em que são necessários cuidados por período longo de tempo.

    b) Abordagem sistémica e planeamento de cuidados, periodicamente revistos, em todas as situações de patologia múltipla, com avaliação regular dos riscos de polimedicação.

     

    c) Referenciação com relatório atualizado e mobilização de cuidados especializados, sempre que necessário, com acompanhamento simultâneo da situação e receção de retorno, em continuidade de cuidados.

     

    4. Cuidados no domicílio (entendendo-se por domicílio a habitação permanente do doente. O domicílio deverá estar na área geográfica de influência da USF.)

     

    a)      Consultas programadas aos doentes com dependência física e funcional que necessitem cuidados médicos e de enfermagem e não possam deslocar-se à USF, em colaboração com os recursos de cuidados na comunidade do centro de saúde da área.

    b)      Consultas não programadas, após acordo com o profissional, a pedido dos doentes ou seus familiares, em situações que incapacitem a deslocação do doente à USF, nomeadamente quando existe dependência física e funcional do doente.

     

    5. Interligação e colaboração em rede com outros serviços, sectores e níveis de diferenciação, numa perspetiva de «gestor de saúde» do cidadão.

     

    a)      Interligação com os cuidados hospitalares, nomeadamente na referenciação, antes, durante o internamento ou após a alta hospitalar de doentes da lista de inscritos da USF garantindo a melhor continuidade de cuidados possível e evitando falhas por deficiente comunicação entre serviços.

    b)      Comunicação aos serviços apropriados do agrupamento de centros de saúde da informação referente à atividade assistencial da USF ou outra indispensável ao planeamento e administração da saúde da comunidade.

    c)      Comunicação e colaboração com os serviços de saúde pública e autoridade de saúde, tanto nos casos de doenças de declaração obrigatória, como em todos os casos em que a informação detida pelos profissionais da USF seja relevante para a proteção da saúde pública.

    d)     Certificação de estados de saúde e de doença que surgirem como sequência dos atos médicos praticados e emissão de declarações específicas pedidas pelos utentes, desde que inseridas no estrito cumprimento da resposta ao direito à saúde dos cidadãos.

     

     

    Serviços de secretariado clínico:

     

    1. Atendimento e encaminhamento do cidadão:

     

    1.1  Programação e marcação de consultas (consultas programadas; consultas sem programação da iniciativa do utente).

    1.2  Monitorização do tempo de espera e desistências.

     

    2. Gestão da comunicação:

     

    2.1  Difusão atualizada do funcionamento dos serviços.

    2.2  Informação a pedido.

     

    3. Gestão de procedimentos administrativos:

     

    3.1  Participação na gestão dos processos clínicos.

    3.2  Participação nos procedimentos referentes à prescrição de medicação prolongada.

    3.3  Registo e acompanhamento relativos à referenciação.

    3.4  Gestão dos dados administrativos do cidadão.

    3.5  Gestão das áreas de apoio administrativo.

    3.6  Participação na gestão do sistema de informação.

    3.7  Participação na receção e na resposta às queixas, reclamações e sugestões dos cidadãos.

      

                   

    Horário:

     

     

    A USF Physis está aberta das 8 às 20 horas nos dias úteis.

     

    Durante as horas de encerramento a alternativa assistencial do Serviço Nacional de Saúde na zona é o serviço de urgências do Hospital Senhora da Oliveira, situado na Rua dos Cutileiros, 114 - Creixomil – Guimarães (Tel. 253 540 330).

     

    Em caso de urgência, seja qual for a hora, a entidade responsável é o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), disponível através do número de telefone 112.

     

     

    Dimensão da lista de utentes:

     

    A dimensão da lista de utentes da carteira básica de serviços deve ter, no mínimo, 1917 unidades ponderadas que correspondem, em média, a 1550 utentes por médico.

     

     

    Formação contínua:

     

    A formação contínua para todos os profissionais é concertada em planos individuais anuais e coletivos, tendo em conta as necessidades pessoais e os interesses da USF.

    Semanalmente, a USF dispõe de tempo para exame de processos / procedimentos de trabalho, incluindo a discussão de casos clínicos e a abordagem de problemas da prática clínica.

     

     

     

    GARANTIAS

     

     

    Atendimento

     

    A USF Physis garante um atendimento cortês, efetivo e personalizado aos seus utentes.

     

     

    Qualidade dos serviços

     

    A atuação dos profissionais da USF Physis é constantemente avaliada através dos indicadores de desempenho contratualizados com o ACES Alto Ave, de auditorias internas e externas, e de inquéritos de satisfação aos utentes e aos profissionais.

    A USF Physis dispõe de um manual de procedimentos regularmente atualizado pelos seus grupos de trabalho e pelo conselho técnico.

    O conselho técnico da USF Physis zela pela observância das normas técnicas e recomendações emitidas pelas autoridades competentes.

    Os profissionais da USF frequentam e desenvolvem ações de formação contínua e de investigação, sob a supervisão do coordenador e do conselho técnico.

     

     

    Informação atualizada

     

    A USF Physis compromete-se a manter informados os seus utentes sobre o seu modo de funcionamento através dos placares informativos das suas salas, do guia do utente e pela internet.

     

     

    Intersubstituição

     

    Em caso de impossibilidade de atendimento pelo médico ou enfermeiro de família a USF Physis garante o atendimento por outro médico ou enfermeiro sempre que necessário.

     

     

    Liberdade de escolha do médico e do enfermeiro de família

     

    Os pedidos de mudança de médico ou de enfermeiro de família na USF Physis são satisfeitos dentro das possibilidades dos profissionais escolhidos.

     

     

    Audição dos utentes

     

    As sugestões dos utentes da USF Physis são bem-vindas e podem ser expostas diretamente ao coordenador (por marcação) ou depositadas na caixa de sugestões, sendo garantida a resposta a todos os utentes identificados.

     

     

    Direito de reclamação

     

    As reclamações podem ser expostas diretamente ao coordenador (por marcação) ou depositadas na caixa de sugestões, sendo garantida a resposta a todos os utentes identificados.

    Podem também ser registadas no livro de reclamações, sendo neste caso encaminhadas para o Gabinete do Utente.

Conselho de Saúde

  • Insónia

    Insónia

    Insónia: Definição, prevalência, fatores de risco, noções essenciais, conselhos de higiene do sono, suplementos para a insónia, técnicas de relaxação, apps para insónia.
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    A Diretiva Antecipada de Vontade (DAV) é um documento no qual uma pessoa maior de idade e capaz, que não se encontre interdita ou inabilitada por anomalia psíquica, manifesta antecipadamente a sua vontade relativamente aos cuidados de saúde que deseja ou não receber, no caso de, por qualquer razão, se encontrar incapaz de expressar a sua vontade pessoal e autonomamente. A DAV permite também a nomeação de um ou mais procuradores de cuidados de saúde, que poderão decidir, em nome do cidadão, sobre os cuidados de saúde que este deve receber ou não no caso de se encontrar incapaz de expressar a sua vontade pessoal e autonomamente. A assinatura do outorgante pode ser reconhecida por notário ou presencialmente pelo funcionário da RENTEV que regista a DAV.
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    CÓDIGO EUROPEU CONTRA O CANCRO

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     A gripe é uma doença respiratória aguda altamente contagiosa, causada pelo vírus Influenza, cuja gravidade pode variar entre alguns dias de incapacidade e a morte por falência respiratória. Este artigo descreve a epidemiologia, sintomas, complicações, grupos de risco, tratamento e prevenção da gripe.
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  • Rastreio do cancro colorretal: Pesquisa de sangue oculto nas fezes

    Rastreio do cancro colorretal: Pesquisa de sangue oculto nas fezes

    O cancro colorretal (CC) é o cancro mais frequente em Portugal e na Europa. É um dos cancros mais acessíveis ao rastreio, já que a grande maioria dos CC derivam de pólipos adenomatosos do cólon. A pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF) anual ou de 2 em 2 anos é o único método recomendado pelo Conselho da União Europeia. É o método mais cómodo, mais barato, não invasivo e sem risco. Diminui a mortalidade por CC em 14 a 32%. Em Portugal, a norma da DGS 003/2014 recomenda o rastreio por PSOF anual dos 50 aos 74 anos. O rastreio por colonoscopia total na população em geral não é atualmente recomendado na União Europeia nem em Portugal. São apresentados os fatores de risco do CC e as recomendações atuais de rastreio.
    Ler em

    Ficheiro

Sobre nós

USF Physis

Especialidade principal:
Medicina Geral e Familiar

Endereço do local de prática clínica

USF Physis
Travessa das Teixugueiras 7
4815-531 Vizela

Tel.:  253589058
Fax:  253589059

USF Physis
Hora de abertura:

Segunda a sexta-feira das 8 às 20 horas



Estacionamento nas redondezas
Exibir esboço do mapa com as direcções


GUIA DO UTENTE DA USF PHYSIS

USF Physis

Travessa das Teixugueiras, 7

4815 – 531 Vizela

Telefone: 253589058

Fax: 253589059

E-mail: physis@csvizela.min-saude.pt

Twitter: @USF_Physis

Facebook: www. facebook.com/USF.Physis

Website: http://usf-physis.docvadis.pt 

MISSÃO

A USF Physis tem por missão a prestação de cuidados de saúde personalizados à população inscrita, garantindo a acessibilidade, a globalidade, a qualidade e a continuidade dos mesmos.

EQUIPA

A equipa da USF Physis é composta por 8 médicos, 8 enfermeiros e 6 secretários clínicos.

HORÁRIO

A USF Physis está aberta das 8 às 20 horas nos dias úteis.

Durante os períodos de encerramento da USF, em caso de necessidade, deve dirigir-se ao serviço de urgência do Hospital Senhora da Oliveira situado na Rua dos Cutileiros, 114 - Creixomil – Guimarães (Tel. 253 540 330)

Em caso de emergência (a qualquer hora) deve recorrer ao Instituto Nacional de Emergência Médica (Tel. 112)

MARCAÇÃO DE CONSULTAS

Todas as consultas médicas e de enfermagem na USF Physis são marcadas previamente:

  • Por telefone (durante todo o período de funcionamento da USF): 253589058
  • Pela internet (Portal do SNS - área do utente): https://servicos.min-saude.pt/utente/
  • Presencialmente

De preferência utilize o Portal do SNS ou o telefone, de modo a assegurar a confidencialidade, evitar deslocações desnecessárias e perda de tempo nos balcões de atendimento. 

ACESSO AOS CUIDADOS DISPONIBILIZADOS PELA USF

O acesso dos utentes aos cuidados disponibilizados pela USF é diferenciado consoante se trate de resposta a motivos relacionados com doença aguda ou não.

CUIDADOS POR INICIATIVA DO UTENTE OU CUIDADOR:

  • Motivo relacionado com doença aguda - o atendimento deve ser facultado pela USF no próprio dia do pedido. Este atendimento não programado pode ser realizado pelo médico ou pelo enfermeiro de família do utente, ou por outro profissional de saúde da USF em regime de intersubstituição.
  • Motivo não relacionado com doença aguda - deve ser marcada uma consulta programada com realização dentro de um prazo máximo de 15 dias úteis.
  • Necessidades expressas a serem resolvidas de forma indireta - renovação de medicação crónica e  emissão de documentos que não necessitam da presença do cidadão:
    • Pedido de renovação de medicação crónica solicitada pelo utente, habitualmente vigiado em consulta na USF - deverá ser contemplado até às 72 horas em dias úteis.Caso não tenha tido uma consulta há mais de um ano, o seu médico de família pode recusar a renovação de receitas e exigir uma consulta presencial para reavaliação do seu estado clínico.
    • Produção de relatórios, cartas de referenciação e ou elaboração de orientações escritas ou por telefone (a pedido do utente) - estes procedimentos deverão estar concluídos até às 72 horas em dias úteis após o respetivo pedido e ou decisão de referenciação, desde que tenham lugar na sequência de consulta médica e ou de enfermagem recente e concretizada no âmbito da USF.

CONSULTA PROGRAMADA PELOS PROFISSIONAIS

  • Consulta dirigida a grupos populacionais vulneráveis e ou a grupos de risco - este tipo de consulta é programado pelos profissionais da USF (médicos e ou enfermeiros) e tem em conta as normas e orientações técnicas da Direção-Geral da Saúde que estão indicadas para cada um dos programas nacionais de saúde. A data da consulta deve observar o cronograma específico que é preconizado e atender à situação clínica concreta do utente a quem se destina. Incluem-se neste grupo as consultas de planeamento familiar, saúde materna, saúde infantil e juvenil, vigilância e controlo de doenças crónicas, como a diabetes e a hipertensão.
  • Consulta para acompanhamento de doentes crónicos ou seguimento de situações de doença aguda (convalescença ou outra situação) no âmbito da medicina geral e familiar - este tipo de consultas é programado pelo profissional de saúde, após avaliação do caso clínico em questão, considerando as eventuais Normas publicadas pela Direção-Geral da Saúde e as boas práticas em vigor no SNS.

CONSULTA NO DOMICÍLIO DO UTENTE

  • Consulta solicitada pelo utente, familiares, cuidadores formais ou informais - trata-se de consulta a pedido do cidadão inscrito e residente na área de influência da USF, ou dos seus representantes. A justificação do pedido é sujeita a avaliação pelo profissional. Caso seja aceite, a visita domiciliária deverá observar um TMRG de vinte e quatro horas após a sua formulação.
  • Consulta programada pelo profissional - consulta programada pelo profissional da USF a doentes portadores de situações clínicas (crónicas ou agudas) já por ele conhecidas e geridas e que necessitam de acompanhamento. O respetivo agendamento é efetuado de acordo com o plano de cuidados estabelecido em função das boas práticas em vigor no SNS, tendo em conta a gravidade da situação clínica e em comum acordo com os destinatários diretos deste tipo de cuidados e os seus familiares ou cuidadores.

RECOMENDAÇÕES GERAIS

Tenha consigo o seu cartão de utente ou cartão do cidadão quando marca e quando vem à consulta.

Por favor compareça na secretaria da USF 10 minutos antes da hora marcada.

Ao chegar à secretaria tire uma senha de atendimento e aguarde pela chamada, de preferência sentado.

Por favor não bloqueie a passagem das pessoas, fale baixo e respeite a privacidade dos outros utentes.

Se tiver que faltar a uma consulta, telefone para avisar e, se necessário, marcar nova consulta. Se faltar sem avisar está a prejudicar os outros utentes.

A consulta aberta não pode ser utilizada para assuntos não relacionados com doença aguda, tais como mostrar ou pedir exames, doenças crónicas, etc.

Mantenha os seus dados atualizados. Informe os secretários clínicos se mudar de morada ou de número de telefone.

De preferência utilize o cartão do cidadão.

 

SERVIÇOS NÃO DISPONÍVEIS

  • Serviço de urgência
  • Exames pedidos por entidades exteriores à USF (hospitais públicos ou privados, clínicas de fisioterapia ou outras, seguradoras, médicos particulares)


Acreditação de qualidade  ACSA /  DGS em Maio de 2013

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Carta dos direitos e deveres dos utentes

 

Direitos do utente dos serviços de saúde

 

Direito de escolha 

O utente tem direito de escolha dos serviços e prestadores de cuidados de saúde, na medida dos recursos existentes.

Consentimento ou recusa 

O consentimento ou a recusa da prestação dos cuidados de saúde devem ser declarados de forma livre e esclarecida, salvo disposição especial da lei.

O utente pode, em qualquer momento da prestação dos cuidados de saúde, revogar o consentimento.

Adequação da prestação dos cuidados de saúde

O utente tem direito a receber, com prontidão ou num período de tempo considerado clinicamente aceitável, consoante os casos, os cuidados de saúde de que necessita.

O utente tem direito à prestação dos cuidados de saúde mais adequados e tecnicamente mais corretos.

Os cuidados de saúde devem ser prestados humanamente e com respeito pelo utente.

Dados pessoais e proteção da vida privada

O utente é titular dos direitos à proteção de dados pessoais e à reserva da vida privada.

É aplicável aos tratamentos de dados na área da saúde o artigo 5.º da Lei n.º 67/98, de 26 de outubro, garantindo, designadamente, que os dados recolhidos são os adequados, pertinentes e não excessivos para as finalidades prosseguidas.

O utente é titular do direito de acesso aos dados pessoais recolhidos e pode exigir a retificação de informações inexatas e a inclusão de informações total ou parcialmente omissas, nos termos do artigo 11.º da Lei n.º 67/98, de 26 de outubro.

Sigilo

O utente tem direito ao sigilo sobre os seus dados pessoais.

Os profissionais de saúde estão obrigados ao dever de sigilo relativamente aos factos de que tenham conhecimento no exercício das suas funções, salvo lei que disponha em contrário ou decisão judicial que imponha a sua revelação.

Direito à informação

O utente tem o direito a ser informado pelo prestador dos cuidados de saúde sobre a sua situação, as alternativas possíveis de tratamento e a evolução provável do seu estado.

A informação deve ser transmitida de forma acessível, objetiva, completa e inteligível.

Assistência espiritual e religiosa

O utente tem direito à assistência religiosa, independentemente da religião que professe.

Queixas e reclamações

O utente tem direito a reclamar e apresentar queixa nos estabelecimentos de saúde, nos termos da lei, bem como a receber indemnização por prejuízos sofridos.

As reclamações e queixas podem ser apresentadas em livro de reclamações ou de modo avulso, sendo obrigatória a resposta, nos termos da lei.

Os serviços de saúde, os fornecedores de bens ou de serviços de saúde e os operadores de saúde são obrigados a possuir livro de reclamações, que pode ser preenchido por quem o solicitar.

Direito de associação

O utente tem direito a constituir entidades que o representem e que defendam os seus interesses.

O utente pode constituir entidades que colaborem com o sistema de saúde, nomeadamente sob a forma de associações para a promoção e defesa da saúde ou de grupos de amigos de estabelecimentos de saúde.

Menores e incapazes

A lei deve prever as condições em que os representantes legais dos menores e incapazes podem exercer os direitos que lhes cabem, designadamente o de recusarem assistência, com observância dos princípios constitucionais.

Direito ao acompanhamento

Nos serviços do SNS, a todos é reconhecido e garantido o direito de acompanhamento por uma pessoa por si indicada, devendo ser prestada essa informação na admissão pelo serviço.

O acompanhante tem direito a ser informado adequadamente e em tempo razoável sobre a situação do doente, nas diferentes fases do atendimento, com as seguintes exceções: Indicação expressa em contrário do doente e matéria reservada por segredo clínico.

O acompanhante deve comportar-se com urbanidade e respeitar e acatar as instruções e indicações, devidamente fundamentadas, dos profissionais de serviço.

No caso de violação do dever de urbanidade, desobediência ou desrespeito, os serviços podem impedir o acompanhante de permanecer junto do doente e determinar a sua saída do serviço, podendo ser, em sua substituição, indicado outro acompanhante.

Para mais informações consultar a Lei n.º 15/2014, de 21 de março.

 

Deveres do utente dos serviços de saúde

 

O utente deve respeitar os direitos de outros utentes, bem como os dos profissionais de saúde com os quais se relacione.

O utente deve respeitar as regras de organização e funcionamento dos serviços e estabelecimentos de saúde.

O utente deve colaborar com os profissionais de saúde em todos os aspetos relativos à sua situação.

O utente deve pagar os encargos que derivem da prestação dos cuidados de saúde, quando for caso disso.

Para mais informações consultar a Lei n.º 15/2014, de 21 de março.

 

 

 



Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos Utentes do SNS

Direitos dos utentes no acesso aos cuidados de saúde

O utente do SNS tem direito:

1)      À prestação de cuidados em tempo considerado clinicamente aceitável para a sua condição de saúde;

2)      Ao registo imediato em sistema de informação do seu pedido de consulta, exame médico ou tratamento e a posterior agendamento da prestação de cuidados de acordo com a prioridade da sua situação;

3)      Ao cumprimento dos tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) definidos anualmente por portaria do Ministério da Saúde para todo o tipo de prestação de cuidados sem carácter de urgência;

4)      A reclamar para a Entidade Reguladora da Saúde caso os TMRG não sejam cumpridos.

 

Direitos dos utentes à informação

O utente do SNS tem direito a:

1)      Ser informado em cada momento sobre a sua posição relativa na lista de inscritos para os cuidados de saúde que aguarda;

2)      Ser informado, através da afixação em locais de fácil acesso e consulta, pela Internet ou outros meios, sobre os tempos máximos de resposta garantidos a nível nacional e sobre os tempos de resposta garantidos de cada instituição prestadora de cuidados de saúde;

3)      Ser informado pela instituição prestadora de cuidados quando esta não tenha capacidade para dar resposta dentro do TMRG aplicável à sua situação clínica e de que lhe é assegurado serviço alternativo de qualidade comparável e no prazo adequado, através da referenciação para outra entidade do SNS ou para uma entidade do sector privado convencionado;

4)      Conhecer o relatório circunstanciado sobre o acesso aos cuidados de saúde, que todos os estabelecimentos do SNS estão obrigados a publicar e divulgar até 31 de março de cada ano.

 

 

Para mais informações consultar a Portaria nº 87/2015, de 23 de Março




Manual Merck

A Edição do Merck Manual Home Edition baseia-se no livro médico mais frequentemente usado na medicina, mas escrito em linguagem corrente por cerca de 300 contribuintes extraordinários.
Manual Merck
O livro abrange muitos conceitos médicos difíceis, mas está escrito em linguagem corrente.
Manual Merck de Saúde da Família



A informação disponibilizada não deve ser usada em substituição a uma consulta médica